S.M. o Rei Felipe VI clausura o XIII Encontro Empresarial Ibero-americano

Participaram os chefes de Estado e de Governo de Andorra, Espanha, Portugal, República Dominicana e Guatemala, em um espaço de diálogo moderado pela secretária-geral Ibero-americana, Rebeca Grynspan.

S.M. o Rei Felipe VI clausurou hoje o XIII Encontro Empresarial Ibero-americano, durante uma Mesa Redonda na qual os presidentes da CEOE, Secretaria Permanente do Conselho de Empresários Ibero-americanos-CEIB, Antonio Garamendi; o da Organização Internacional de Empregadores-OIE, Erol Kiresepi; e o da Confederação Empresarial Andorrana-CEA, Gerard Cadena, fizeram entrega das recomendações do Encontro XIII Empresarial Ibero-americano aos Chefes de Estado e de Governo da Região.

Participaram neste espaço de diálogo, moderado pela secretária-geral Ibero-americana, Rebeca Grynspan, o presidente chefe de Governo de Andorra, Xavier Espot; o presidente do governo da Espanha, Pedro Sánchez; o primeiro-ministro da República de Portugal, António Costa; o presidente da República da Guatemala, Alejandro Eduardo Giammattei; o da República Dominicana, Luis Abinader; e o presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa.

No decorrer da sessão de clausura, S.M. o Rei Felipe VI destacou o lema que, desde o Conselho de Empresários Ibero-americanos-CEIB, da Secretaria Geral Ibero-americana-SEGIB e da Federação Ibero-americana de Jovens Empresários-FIJE, foi acunhado desde a irrupção da pandemia e que representa o firme compromisso destas instituições na aposta por uma região posicionada onde deve estar e à qual nos sentimos todos muito orgulhosos de pertencer, reconheceu.

“Seu lema “MAIS IBERO-AMÉRICA” não pode dizer tanto em tão poucas palavras. Comprovamo-lo nestes dois dias de Encontro Empresarial na qualidade dos debates e de seus oradores e no documento de recomendações que acabam de nos apresentar”, assegurou.

Estes dias, sublinhou, renovaram com muitos aportes e adotaram o compromisso de “fortalecer essa ferramenta tão relevante para a Ibero-América como são os encontros empresariais, convertendo-os em um cenário mais participativo e cada vez mais fiel aos mandatos que recebem das cimeiras políticas, com mensagens de análises em chave ibero-americana, com nosso sentir comum e em duas línguas que nos unem e nos fazem grandes”.

E já para terminar, S.M. o Rei falou de futuro, e felicitou a Confederação Patronal da República Dominicana-COPARDOM e seu presidente, William Matías Ramírez, já que vão liderar, com a coordenação da secretaria permanente da CEIB e o apoio da SEGIB, “este novo período que nos levará ao próximo Encontro Ibero-americano, que será celebrado na República Dominicana no ano entrante, e para o qual, me consta, já estão trabalhando intensamente”, concluiu.

O chefe de Governo de Andorra, Xavier Espot, destacou que este foro de debate colocou sobre a mesa as dificuldades e desafios aos quais a região ibero-americana deve se enfrentar. Há desafios tão globais que não podem ser abordados desde os prismas meramente regionais ou locais, e requerem o apoio de organismos internacionais.

“A crise nos ajudou a crescer melhor e de maneira mais verde, e a forma na qual respondamos aos desafios que se apresentam marcará as bases de nosso futuro a médio e longo prazo”, indicou. Após esta crise sanitária, considerou, é crucial reorientar as políticas públicas, assim como os investimentos para a inovação, a formação e a retenção do talento. As empresas que se adaptaram à era digital, demostraram ser as mais resilientes durante esta crise, informou. Espera-nos um futuro esperançoso, mas para isso, as empresas necessitam de decisões públicas que propiciem a mudança e que as acompanhem. “Não há melhor forma de fazer melhor Mais Ibero-América do que com umas sociedades prósperas, inclusivas e equilibradas”, declarou.

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Recomendações finais do Encontro Empresarial

 

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