Associações universitárias da Ibero-América unem-se à Aliança para a Mobilidade

Com o fim de promover o Quadro Ibero-Americano da Mobilidade, o Conselho Universitário Ibero-Americano (CUIB) e a Associação Colombiana de Universidades (ASCUN) organizaram em Bogotá, na Colômbia, o XIV Plenário do Conselho Universitário Ibero-Americano.

7 Intervención Secretaria SEGIB

O encontro teve lugar no passado dia 14 de abril e contou com a participação da secretária-geral ibero-americana, Rebeca Grynspan, como oradora principal do evento. Participaram também, o secretário-geral da Organização dos Estados Ibero-Americanos OEI, Paulo Speller, o secretário-geral do Conselho Universitario Ibero-Americano CUIB, Félix García Lausín, representantes das associações parceiras da Ascún na Ibero-América e delegados do Ministério das Relações Exteriores  e do Ministério da Educação Nacional da Colômbia.

O evento, intitulado “Para um quadro ibero-americano da mobilidade académica: propostas para a promoção do reconhecimento mútuo de períodos de estudo e de diplomas”, teve como principal objetivo fortalecer o trabalho da cooperação ibero-americana para a promoção e o reconhecimento mútuo de períodos de estudo e de diplomas universitários e preparar insumos para a XXV Cúpula Ibero-Americana de Chefes de Estado e de Governo, a qual terá lugar nos dias 28 e 29 de outubro em Cartagena, Colômbia, bem como para a Conferência Mundial de Ensino Superior prevista para 2019.

Durante o encontro foi assinada a adesão da Associação Colombiana de Universidades (ASCUN) à Mobilidade Académica Ibero-Americana, bem como a adesão da Associação de Reitores das Universidades Federais do Brasil (ANDIFES), da Universidade Nacional Autónoma das Honduras (UNAH), da Universidade Nacional de Assunção (UNA), do Conselho Superior Universitário Centro-Americano (CSUCA) e da Associação de Universidades e Institutos de Investigação do Caribe (UNICA).

Nas palavras da Secretária-Geral “a mobilidade académica pode ser uma excelente via para que os nossos sistemas educativos consigam melhorar a sua qualidade e satisfazer a procura crescente de ensino superior que acompanha a expansão das classes médias na América Latina” e é um “poderoso instrumento para continuar a avançar em matéria de igualdade real de oportunidades e de construção de sociedades mais justas e inclusivas” dado que “não há ferramenta mais progressiva do que a educação”.

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