Termina o Laboratório de Inovação Cidadã com soluções concretas

Conclui o Laboratório Ibero-americano de Inovação Cidadã LABICCO, espaço de encontro de 120 pessoas de 15 países que, durante 2 semanas, trabalharam de forma colaborativa, em 11 projetos sociais para a inclusão de populações vulneráveis.

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Depois de duas semanas completas e de mais de cem pessoas fazendo protótipos e projetos sociais concretos e inovadores, hoje, com a apresentação pública dos projetos, terminou em Cartagena, Colômbia, o 3º Laboratório Ibero-americano de Inovação Cidadã (LABICCO), organizado pela SEGIB no marco da XXV Cúpula Ibero-americana de Chefes de Estado e de Governo.

Foram quinze dias de trabalho intenso durante os quais foram realizadas mesas redondas, mesas de trabalho e diversas oficinas, assim como a implementação dos projetos propostos inicialmente por onze Ibero-americanos, e desenvolvidos finalmente por mais de cem, provenientes de 15 países.

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Digitalizar uma língua indígena para ajudar mais de 7000 Wounaans a se expressarem; criar “Kitum”, um KIT humanitário que, através de uma web com infografias e outras ferramentas, busca orientar a participação cidadã na gestão de emergências perante desastres naturais; ou inclusive, conceber “Ciudad Mía”, um projeto de sinalética inclusiva nas cidades a partir de um cimento condutivo e um novo sistema de codificação para pessoas com deficiências, são só algumas das soluções implementadas pelos participantes no Lab, na busca da inclusão de populações vulneráveis.

Estes laboratórios são o único espaço organizado desde um organismo internacional para a inovação cidade aberta, colaborativa e em contato direto com as comunidades, donde a cidadania não solo demanda soluções, também as cria!

Durante o ato de fechamento, contou-se com a presença da Secretária Geral Ibero-americana, Rebeca Grynspan, quem destacou que “na SEGIB sentimo-nos orgulhosos de ser pioneiros neste âmbito. Nosso trabalho demonstra que os organismos internacionais e as pessoas podem dialogar um a um. Que as instituições, inclusive as  instituições regionais, podem escutar a cidadania, empoderá-la e trabalhar diretamente com ela”.

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